quinta-feira, 15 de julho de 2010

Passei em Bromato

Sim, eu precisava de um post pra dizer isso.
Pra quem estuda na UNIRIO, sabe o quanto isso vale.
Eu não acredito ainda. Já chorei várias vezes.
O que eu passei nesses meses... Não quero descrever.
É só isso, precisava desabafar. Dizer isso pra esse lugar que andou tão abandonado pela minha falta de tempo.
Isso tem que ser guardado aqui também.
Chorei como se não tivesse passado, porque ao olhar para tudo aquilo, e relembrar tantas coisas, só podia pensar que, com dois décimos a menos, eu estaria agora sem saber o que fazer.
Não vou falar mais, posso acabar escrevendo muita besteira.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

2 + 5 = 7

Escrevendo o post e vendo MTV Lab Clássicos.
Tem até Maiquinhos dançando em cima do Lab *.*
Primeira... Smooth Criminal...
Há um ano atrás, minha vida mudou completamente. Percebi isso, verdadeiramente, depois de 363 dias passados. Mas essa é uma história que não posso contar agora.
Bom, graças à MTV e seu declarado oportunismo (isso NÃO é homenagem, é oportunismo), eu pude conhecer Michael. Tipo, foi um intensivaço de duas semanas de clipes e documentários e testemunhos.
Beat it.
Nunca pensei que estaria onde estou por causa dele.
É certo que 25 de junho não é um dia em que a pirotecnia rola solta. Por mais que a questão de 'aniversário de morte' (?) tenha colado. Vamos ver se 29 de agosto vai ter o mesmo Ibope. Mas pra mim, 25 de junho é uma espécie de renascimento. Pra ele, pra mim, pra todos que o amam. Algo mudou.
A maioria das pessoas está passando por um momento realmente difícil. Eu, como sempre, contra a maré... Estou vivendo a minha melhor fase com ele, não estou mentindo. Estou feliz por tê-lo comigo, e sinto uma sobrenatural reciprocidade, não sei explicar como. Eu mando boas energias pra ele, em pensamento e em atitude, e sinto que ele me responde.
She's out of my life...
Eu sei que Michael ama os fãs, e eu posso estar incluída aí, por mais que eu não sabia se sou realmente fã... Mas nesses dias, eu sinto que ele ME ama. É um papo reto, tá entendendo? hahaha!
Gente, que coisa é she's out of my life. Apertando as mãos, as perninhas encolhidas. Ai jesus, que coisa mais fofi.
Calma, eu não tô achando que o cara vai casar comigo e etc, hahahaha, pode parecer que eu estou maluca, mas não sou tanto. É só uma energia, é como se eu pudesse sempre contar com ele. E ele pode contar comigo. É como se agora eu tivesse certeza plena disso.
The waaaaaaaayyy! O poder da faixa branca. Imagina se fosse faixa preta. 
You rock my world, a MTV quer me matar??
Isso era pra ser um post emotivo, mas ver o Michael empurrando a nega inexpressiva na parede é de matar. Eu tô quicando na cadeira, como diria minha grande amiga Gaby.
E tipo, Michael é sempre redescoberta. Eu vejo coisas que nunca tinha visto. Pelamor.
Bom, pra voltar ao eixo.... Heal the world.
É certo que durante essa semana, poucas foram as emoções que consegui verbalizar, e consegui pensar muito pouco. Minha vida 'normal' me chama lá fora e eu não quero ir. Não posso ir. Não consigo. Algo me prende aqui, pelo menos por algumas horas. Preciso desse tempo, para mim e para ele também.
Abc! 
É certo que, depois disso tudo, terei que tirar uma férias desse universo, porque o mundo lá fora é cruel. Na verdade, ontem cheguei em casa muito derrubada, depressiva e pensando seriamente em simplesmente abandonar a faculdade. Voltar lá só quando estivesse refeita, ou sei lá, em agosto, pra recomeçar tudo. Mas não posso, infelizmente. É muito esforço pra recompensas mínimas. E eu nem falo de dinheiro, pois se eu o desejasse tanto não tinha escolhido a nutrição. Falo de sentir paz, sensação de dever cumprido, de estar sendo reconhecido. Pelo menos, quando 'estou' com Michael, eu sinto isso. Quero me refugiar só um pouco.
I want you back, ao vivaço.
É muito fácil julgar o outro. Agora, é tão difícil lembrar que ele é humano também? Por que se esqueceram que, ao ferir Michael, estavam ferindo essa criança tão linda que está cantando aqui agora?
E o snoopy tão tudo no arrr! Que bom, tô no posto, tomate e guaraná! Don't stop 'til you get enough!
Pela milésima vez, temos que dizer que é lamentável que tudo isso tenha acontecido para que possam simplesmente admitido que Michael é de uma competência inexistente no cenário musical atual. E tudo que há aí, sofreu influência direta ou indireta de sua criação. Isso é muito importante, e foi completamente ignorado... Eu vi até notícias de 2008 que intitulavam Michael como ex-Rei do Pop. Eu juro que não entendi, porque não achei substituto. E eu nunca ouvi falar de ex-rei ou ex-rainha. Total falta de noção do que ele representa.
Black or white, adorooooooooooooo! Queria muito ser aquela indiana no meio do trânsito, de verdade *.*
Bad... Sem comentários.
Scream, pra terminar... Esse clipe é símbolo puro do que é entretenimento... Só eu amo a calça prateada? 
Bom, acabou meu tempo... Tenho que aprontar meu discurso, estou morrendo de fome e daqui a pouco tempo estou indo pro estágio.
Depois escrevo algo mais decente. Acontece que eu tinha começado a escrever um texto, mas ele passou por uma autocensura. Por que não o utilizei?
Porque... It's all for love.

P.S. O oportunismo é ótimo por um lado, porque só assim eu conseguiria comprar o Number Ones por 15 merrecas. Cabô a coleção base. :D

quinta-feira, 10 de junho de 2010

O coitado do Junho


Coitado do mês de junho... Não pediu para nascer (ou para ser criado) e já sofre por nele recaírem coisas tão difíceis de esquecer. Daqui a pouco, vai competir com o mês de junho como mês do azar.
Coitado do mês de junho... É nele que todo ano cai o dia dos namorados. O que é uma data bem tumultuada, pois os pombinhos enfrentam filas e filas onde vão, o que indica que namorados pensam igual demais e não tem muita criatividade. E quem não tem namorado fica num clima de depressão e rejeição, como “esse dia não é pra mim”. Comofaz?
Coitado do mês de junho... É nele que ficou a data de final da campanha de vacinação contra a H1N1. Eu não tomei a vacina por dois motivos: porque minha idade não está na faixa estipulada pelo MS; e porque desconfio da vacina. Não no sentido Nova Ordem Mundial (tudo bem que “não acredito em bruxas, mas que elas... ah existem!”)... Mas sim no sentido da indústria farmacêutica. Vacinas demoram anos para serem testadas e enfim usadas pela população, e essa não tem nem meses. Se tem alguma vacina, ela não é gratuita: foi feita por algum laboratório, que está ganhando um dinheiro absurdo por isso... Enfim, e nessa de definir faixas específicas para dar a vacina, quem se ferra éa idiota que fica lá assinando os comprovantes de vacinação. Ao invés de ficarem felizes por estarem saudáveis e não precisar da vacina, as pessoas fora da faixa esperneiam por uma picada. E ameaçam puxar nosso pé se morrerem de gripe suína. E aí, isso te submete a ser indiscreto e fazer perguntas. E aí, uma pessoa chega com indicação médica de vacina por doença crônica, mas fora da faixa. E você pergunta “qual?”, e respondem “soropositivo”. COMOFAAAAZ??? Puta que me pariu, nunca vou esquecer disso por toda a minha vida.
Coitado do mês de junho... Nele, um astro pop teve que morrer. E por causa disso, o mês é recheado de lembranças externas cheias de falsidade e oportunismo, e lembranças internas cheias de amor e saudade.
Se a lembrança é externa, mande um belo foda-se e esqueça. Michael definitivamente não precisa disso. (#enfianokooglobo)
Se a sua lembrança é interna... Acalme-se, é só um mês. É o primeiro, e por isso ele vem cheio de neuras, e vários assuntos indefinidos... Mas você que ama apaixonadamente, loucamente, inexplicavelmente, não sofrerá só em junho. Por isso, absolva esse pobre mês dessa tão elevada carga de culpa... O amor e saudade, dos quais você está cheio(a) agora, permanecerão em agostos, maios, fevereiros, e dezembros...
#leavejunealone!   

sábado, 15 de maio de 2010

Falta Justificada


Perdão pela ausência! Eu realmente me sinto incompleta quando não posto aqui no blog...
Ao longo desses dias, muitas coisas eu deixei de falar por pura falta de tempo. A verdade é que eu estou fazendo mais coisas do que um ser humano normal poderia suportar. Mas vou ter pensamento positivo: só faltam dois meses.
Por exemplo: há um tempinho atrás, eu fiz uma atividade em uma escola de Nova Iguaçu, que foi muuuuuito legal! Eu tinha começado a escrever sobre isso, mas eu perdi o bendito do papel...
Mais detalhes no Nutrindo a Mente: começo e desfecho.
Agora... O “mió” desse dia foi encontrar a senhora Gaby! Ela foi lá me entregar meu carregamento contrabandeado de fotos, hahaha!
Bom, junto às minhas colegas de faculdade, ficávamos falando em uma linguagem não identificada, bem hilário.... Mas também, nos segundos que a gente conseguiu se falar lá fora, pelamor...
Vamos contextualizar?


Um grande vídeo! Melhor que os vídeos das crianças que começaram a brotar na internet!
Vou dar uma caixa de Bis de presente para o Arnie Klein, por ele ser um idiota nato que falou uma grande idiotice... Mas que produziu uma resposta tão à altura quanto esse vídeo.
Quando eu falo que MJ é o rei da discrição, eu não to brincando ( e muito menos ele). Tipo, pergunta que não se cala na cabeça de todassss é: De onde surgiu essa pirigueti? Quem é ela? E tipo, isso parece ter sido em 2003... 2003!!!!
Hahahahahahaha! Eu ATORON essas surpresinhas do Maico, eu me divirto. E eu sou má, assumo. Eu deixo todo mundo morrendo de raiva e ciúmes, e eu choro de rir!
Então, nos poucos segundos que ficamos fora da escola, aloka Gaby me solta essa:
“Caraaa, parece que eles tinham acabado de *assovio* e foram pro xópim pra ver se paravam de ver estrela!”. Chora! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!
Definitivamente, quando eu vejo uma coisa dessas, vejo o quanto o mundo perde... Perde por não olhar as coisas com olhos de ver. Não só com Michael, que tanto é pré-julgado e rotulado, mas com todos os aspectos da vida. Se reparássemos, prestássemos mais atenção ao que nos cerca, a vida, feita de pequenos detalhes, torna-se mais interessante e atraente a ser vivida.
Bom, nem cabe uma filosofia mais rebuscada com essa cara de safado desse cidadão.
#medaumchicletemaico


P.S: devido ao tempo muito reduzido, o único lugar que dá pra continuar mantendo com mais frequência é o Tumblr. Então, se quer me achar, vai lá!
 http://novomundodecaco.tumblr.com/
É um blog específico pro Maico, mas tem alguns reblogs sensacionais do porrag1, que te deixam informados da quantidade de analfabetos funcionais que trabalham no jornalismo atualmente.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Até logo

Deus levou uma de suas filhas para perto de si. Ela era única...
A única que conseguia começar e terminar as frases com a mesma palavra!!!
E o engraçado... É que quando falamos isso pra ela, ela respondeu: "não, gente, eu não faço isso não!"
xD

Até logo, menina.

P.S.: Lembra daquele trabalho de filosofia que fizemos juntas?
Então... Pra você.

sábado, 24 de abril de 2010

Dussek rules!


Na verdade verdadeira, eu não sei por que gosto tanto das músicas do Eduardo Dussek. Talvez porque são diferentes, são trash. A internet te proporciona essas bênçãos de encontrar uns LPs escondidos e esquecidos.
Well, e lá fui eu, pra Cinelândia, em pleno feriadão, pro show.
Eu e meus mega-programas! Só tinha idoso no show! Ashuahsuahsuahsuhas. Não, pra ser mais justa... Tinham umas quatro mesas com pai, mãe e filhos; umas cinco com casais juntos, eu, e o resto de idoso, hahaha!
Bom, até ele mesmo no show disse que os idosos não gostavam dele, até que ele começou a fazer os projetos da Carmem Miranda e os musicais. Qualquer coisa, eu não sou uma deslocada, só estou seguindo a sabedoria dos mais experientes... ;-)
O show foi incrível, claro! “Dussek de Quinta” é sucesso do Oiapoque ao Chuí. Tipo, teve um show em Oiapoque, outro em Chuí. Esse foi o terceiro.
Detalhe especial para a roupa do cidadão: um daqueles paletós com rabo, tipo de mágico, com camisa azul e uma bermuda de surfista Rip Curl. Combinandinho.
Tem cantores que parecem que cantam melhor ao vivo do que nas gravações, e ele é um deles. E mais do que cantar, ele faz uma mistura com stand up comedy. E fica um show de quinta categoria, como ele anuncia. Ele até agradeceu e dedicou o show à fonoaudióloga dele, que estava na platéia. “Ela é ótima, há vinte e tantos anos comigo... Pessoa maravilhosa, e olha que é da Tijuca!”, hahahahaha!
Pra introduzir Nostradamus, ele comenta com uma das espectadoras: “A senhora não tá gostando no show, né? Eu to percebendo que tem umas horas que a senhora fica meio triste... Tem muita baixaria no show? To falando muita besteira? Então, agora eu vou falar sobre uma coisa mais agradável assim, pra melhorar. Vamos falar sobre... o fim do mundo!”.
A banda era composta por três pessoas somente, mas muito competentes, e ele fez questão de fazer uns arranjos e adaptações muuuuito legais. Ele fez uma bela sacanagem em Rock da Cachorra: depois de gritar ‘ROCK ‘N ROLL, ONE, TWO, THREE, GO!’, a música começa num ritmo frenético de... bossa nova.
E chegou o momento, mais esperado pelo público: o fim. Mas o melhor realmente ficou pro final! Claro que antes, no sentido de esclarecer melhor as coisas, disse qual era a hora mais adequada pra pedirmos o Bis. “Quando chegar no final dessa música, aí vocês pendem, tá?” kkkkkkkkk!  Brega Chique, pra mim, foi a melhor!!! Principalmente na parte: “Realizada em sua mansão em Stutgard, ouvindo Moazrt e Beethoven de montão... ”.
Um espetáculo feito para sanar o estresse da vida atribulada dos cariocas. Valeu, Dussek, realmente, seu show teve efeito!

sábado, 17 de abril de 2010

Sobre a vida e sobre Deus


Só uma coisa a dizer: só pode ter sido Deus quem digitou lá no sistema as notas da prova. É sério, muito sério, não há explicação. As minhas contas deram hiper diferente, nem tinha lá muito esperança de ter uma vaguinha.
Mas vou falar uma coisa: os futuros nutricionistas como um todo não estão preparados mesmo. As maiores notas, pra ser mais específica, três notas maiores, foram 70. Pra mim, isso é baixo. É um alerta.
O problema do site da prefeitura é q ele divulga os nomes com as notas de todos num documento só. Eu não acho certo. Cada um teria acesso a sua própria nota pelo número de inscrição, em local restrito. Porque o que acontece é que você vai ver as notas do povo todo que você conhece. Aí fica aquela coisa: tem pessoas que você esperava um resultado melhor, e outras que você não sabe como tirou aquele raio de nota, já que é um disperso, não aparece nas aulas, nas apresentações de trabalho deixam evidente o despreparo, etc, etc. Viu só? É por isso que as notas tem que ser restritas. Até gente da Veiga eu reconheci lá no meio das notas, kkkkkkkk!
Só sei que há uma grande possibilidade, quase uma realidade, de que o resultado foi positivo. Só falta a classificação final, daqui a um mês. Caramba, fiquei muito feliz!
Enfim, eu estava no trem, e recebi uma mensagem de uma colega de turma, que tirou a mesma nota que eu, estava parabenizando a nós duas, hihi, e agradecendo a Deus por isso. Foi o que eu disse a ela quando achei que não ia passar, que Ele sabia o que era pra acontecer. Sabe, fecha-se uma janela, abre-se outra. E porque não, abre-se até uma porta.
(OBS: Como Michael fica lindo nessa roupa final de HIStory... ^^ Tinha que interromper o pensamento pra dizer isso, sorry)
Essa mensagem acabou me lembrando do que eu tinha visto há uma hora atrás, eu realmente já tinha deixado pra lá. Aí, não sei, me deu uma euforia, uma vontadinha de chorar, misturada com uma vontadinha de dar pulinhos, ou sei lá, só sorrir.
Até que, quando eu olho, tem uma menina em pé no trem. Morena, de óculos, com a roupa do Julia Kubitschek, eu acho. Percebi que ela estava chorando.
Quando você chora um meio de transporte público, a maioria das pessoas não te nota, o que faz com que você se sinta mais lixo do que pensa que é. E algumas poucas pessoas olham com um misto de pena e curiosidade, com uma pitada de ‘não posso fazer nada pra ajudar’. Como eu sei disso?
Bem, foram várias e várias vezes que voltei pra casa na mesma situação que ela. Especialmente quando eu saía do curso de inglês, o que eu queria era um lugar na janela pra ir jogando vento frio na cara (bem como eu fazia no Chevette do papis, quando voltávamos do bar de noite), e chorar até desidratar.
A gente chora no ônibus, ou no trem, porque se você chorar em casa, seus olhos ficam vermelhos, e mães tem olho de lince pra isso. E tem ouvidos de elefante, o que te ensina a chorar no mais absoluto silêncio, e disfarçar alguma falha no seu controle com uma leve tossidinha.  
E vendo ela ali, derrubando lágrimas cheias, que caiam certeiras no chão, fui me lembrando disso tudo. Fui percebendo que tudo que antes me entristecia não mais faz parte da minha vida. Pode até persistir dentro de mim, porque não existe felicidade plena, mas as coisas que  renovam as minhas forças, que me fazem bem são tão maiores, que as pequenas tristezas e ressentimentos ficam lá no cantinho.
E chorei junto com ela. Não sei o que a afligia, só sei que eu a entendia perfeitamente. E sei que, seja lá o que ela esteja suportando, vai passar. Passou pra mim. E o sol brilha pra todos, não ao mesmo tempo. Mas no tempo certo.

Ahhhhh! Tô pra abrir uma página, tipo uma aba especial no blog. Logo, logo vai estar aberta, só preciso ter um tempinho pra dar o pontapé. É coisa boba, só pra não esquecer algumas coisas. E quem quiser, vai poder enviar sua colaboração.